segunda-feira, 7 de março de 2011

U.D.R.Algés perde 1 - 2 e compromete seriamente a manutenção na 1ª Divisão



O U.D.R.Algés perdeu este sabado 1 - 2 com o Vialonga comprometendo assim seriamente a manutenção na 1ª Divisão do campeonato Distrital de Lisboa - Divisão Honra Centenário. Mais uma razão para que o Algés tenha o apoio de todos, no proximo jogo em casa VAMOS TODOS DAR UMA FORÇA AO ALGÉS !! E já agora comer uma bela bifana.
Aqui deixamos registo dos resultados deste fim de semana e a classificação geral.




CAMP DIST I DIVISÃO HONRA CENTENÁRIO
Jornada Nº 22
CACEM
2
2
PERO PINHEIRO
VILAFRANQUENSE
3
2
ERICEIRENSE
ENCARNACENSE
0
1
FUTEBOL BENFICA
LOURES
2
1
TIRES
OLIVAIS MOSCAVIDE
LOURINHANENSE
ALGES
1
2
VIALONGA
ASSOCIACAO CHARNECA
0
2
LOUREL
MONTELAVARENSES
1
1
ALTA LISBOA
LINDA VELHA
2
0
PONTERROLENSE
OLIVAIS MOSCAVIDE - Desistiu


#
Equipa
J
V
E
D
GM
GS
P
1
PERO PINHEIRO
21
12
5
4
42
21
41
2
FUTEBOL BENFICA
21
12
5
4
40
20
41
3
PONTERROLENSE
21
11
5
5
35
29
38
4
LOURES
21
11
4
6
34
24
37
5
VILAFRANQUENSE
21
9
8
4
35
26
35
6
ASSOCIACAO CHARNECA
21
9
7
5
35
22
34
7
VIALONGA
20
10
3
7
38
35
33
8
CACEM
21
8
7
6
29
26
31
9
LINDA VELHA
20
9
4
7
27
23
31
10
ALTA LISBOA
20
9
4
7
26
29
31
11
LOURINHANENSE
20
9
4
7
38
31
31
12
LOUREL
20
9
3
8
35
26
30
13
ERICEIRENSE
21
6
3
12
29
38
21
14
MONTELAVARENSES
21
5
5
11
28
36
20
15
TIRES
21
3
7
11
25
40
16
16
ALGES
21
2
3
16
21
48
9
17
ENCARNACENSE
21
2
3
16
19
62
9
18
OLIVAIS MOSCAVIDE
0
0
0
0
0
0
0

Bombas de gasolina para breve em Miraflores

Estão na fase final de construção as novas bombas de gasolina em Miraflores na Avenida dos Bombeiros Voluntários de Algés, logo após o quartel dos Bombeiros e antes da Rotunda que dá acesso á CRIL, a Gazeta foi ao local ver as obras e reportar o acontecimento.
As bombas de gasolina são um desejo dos moradores desde há anos que se vê agora satisfeito, e é algo que é recebido de bom grado, só não podemos é deixar de criticar a localização da referida infraestrutura uma vez que irá ser colocada imediatamente antes de uma rotunda e provavelmente em cima da passagem de peões, factos que irão tornar ainda mais complicado o transito na Avenida dos Bombeiros Voluntários de Algés, aguardamos o finalizar das obras para vermos como vão ser efectuados os acessos ás bombas uma vez que como podem ver pelas fotos os acessos vão ser muito complicados devido á falta de espaço. Um caso de esperar para ver.
A localização parece que está dentro das normas apesar de ali perto estar uma escola e uma creche, além de habitações. É interessante verificar a informação que o Alvará foi emitido em 6 de Janeiro e o despacho ter a data de 5 de Janeiro o que nos dá conhecer como os serviços da CMO estão a funcionar em bom ritmo., aqui fica o registo fotográfico da obra.




A infraestrutura fica pegada ao quartel dos Bombeiros

e mesmo em cima da rotunda

aparentemente a única solução será a saída ser onde se encontra hoje a passagem para peões o que nos deixa a questão... para onde se vai mudar a referida passagem?

domingo, 6 de março de 2011

Um péssimo exemplo

Como o Big Brother a Gazeta esta em todo o lado, iremos sempre denunciar publicamente situações abusivas , mais ainda quando estas são praticadas por funcionários da C.M. Oeiras.
 Deixamos aqui o registo de um péssimo exemplo da parte de uma Sra Dra Joana Baptista coordenadora Serviço Administrativo - SPM da Camara Municipal de Oeiras que abusivamente faz utilização de um espaço de estacionamento destinado a deficientes para se deslocar a uma clínica quando tinha nas proximidades vários espaços livres só que eram a pagar, esta situação passa-se á porta do prédio onde reside o Presidente da Camara Municipal Isaltino de Morais, uma situação escandalosa que evidentemente reportamos ao Municipio

Email enviado para o Email do Município de Oeiras geral@cm-oeiras.pt em 6 de Março 2011
Venho desta forma denunciar uma situação que me parece no minimo grave, recebemos no nosso Email o registo de uma situação que envolve um funcionário do Município numa postura que eu diria é no mínimo um péssimo exemplo, ora passo então a reportar os factos :

Deixamos aqui o registo de um péssimo exemplo da parte de uma Sra Dra Joana Baptista coordenadora Serviço Administrativo - SPM da Camara Municipal de Oeiras que abusivamente faz utilização de um espaço de estacionamento destinado a deficientes para se deslocar a uma clinica quando tinha nas proximidades vários espaços livres só que eram a pagar, esta situação passa-se á porta do prédio onde reside o Presidente da Camara Municipal Isaltino de Morais na Alameda Fernão Lopes, a Sra Dra em questão esteve na clinica cerca de 20 minutos e não seria certamente ao serviço do Município,  agradeciamos que acusassem a recepção, que nos informassem se este é um procedimento habitual e se algo irá ser feito no sentido de chamar a atenção o referido funcionário, junto enviamos o registo fotográfico da situação
sem mais de momento aguardo a vossa resposta
Rui Teodósio



em anexo as fotos enviadas por um residente na Alameda Fernão Lopes




quinta-feira, 3 de março de 2011

A Historiografia de Miraflores


Existem vestigios de ocupação humana na area desde a Idade do Ferro sendo exemplos disso o Jazida do Ferro de Outurela ou a estação arqueológica de Miraflores, Casal de Barronhos.
A descoberta de materiais originários da Fenícia, indiciam o estabelecimento de relações comerciais com regiões do Mediterrâneo, facto que se prende com a posição privilegiada da região no estuário do Rio Tejo.

Relativamente ao período da ocupação romana, existem na Freguesia poucos vestígios, ainda assim existem exemplos dessa ocupação em Linda-a-Velha (lápide funerária) e acima de Miraflores (colunas), o mesmo acontecendo à época muçulmana, do qual apenas se conhecem influências na Toponímia:  Algés.

Os séculos XII e XIII correspondem ao período de fixação de ordens religiosas (conventos) e à construção de alguns fortes ao longo da orla marítima do Concelho. "Algés", passou a ser a designação para o primitivo Reguengo de Algés limitado a nascente pela Ribeira, são construídos o Mosteiro de Frades Arrábidos sobre os rochedos da Cruz Quebrada e o Convento de S. José de Ribamar em Algés.

No século XVII, foram instituídas com início em Paço de Arcos, carreiras de barcos, destinadas ao transporte de mercadorias. Com o objectivo de defender e controlar a passagem dos navios na entrada da Barra, construíram-se alguns fortes nomeadamente, o Forte de S. Julião da Barra, Forte das Maias, Forte do Catalazete, Forte da Giribita, Forte de S. Bruno, Forte da Conceição de Algés, Forte de S. José de Ribamar, Forte de S. Pedro, etc.
século XVI, durante o reinado do rei D. Manuel, deu-se início ao desenvolvimento de uma certa actividade agrícola, principalmente a cultura da vinha e mais tarde dos cereais, praticamente em todo o concelho.

Durante os séculos XVII e XVIII, começam a ser construídos palácios e grandes quintas de recreio, locais onde se encontravam associados os aspectos agrícola e de recreio. Estas quintas vão localizar-se junto às ribeiras, que constituem locais privilegiados para o desenvolvimento da agricultura muito produtiva e com produtos de qualidade. De facto, as áreas junto ás ribeiras do concelho são áreas com aptidão natural para o regadio, dada a proximidade ao recurso - água e a qualidade dos seus solos, e por esse motivo a zona de Algés Miraflores funcionou desde essa altura até há muito pouco tempo atrás, como uma área produtora de produtos agriculas destinados na sua maioriaaos mercados da cidade de Lisboa.

Entre o século XIX e os anos 40 do século XX, Algés assistiu a um período de grande desenvolvimento ao nível das infra-estruturas de transportes (comboio e eléctrico) e à construção de moradias de recreio e quintas para a fruição das boas características ambientais do Concelho. Surge a moda das praias, banhos de mar, desportos náuticos, casinos, festas, etc., pelo que esta área começa a ser um ponto de atracção da população sobretudo de Lisboa mas também de outras partes do País.
Posteriormente, assiste-se ao início de um período caracterizado pela concentração das actividades económicas, ou seja do mercado de trabalho, na cidade de Lisboa, e consequente abandono da população, da capital para os novos bairros residenciais, com boa acessibilidade à capital, que entretanto foram sendo construídos nos concelhos vizinhos. Esta época, caracterizou-se pela expansão demográfica de Algés que teve como principais repercussões, um aumento na procura e consequentemente um crescimento do ritmo de construção de zonas habitacionais e respectivas áreas para equipamentos e infra-estruturas. Como resposta a este contexto socio-económico, surge o primeiro estudo urbanístico local - o Plano Urbanístico da Costa do Sol - P.U.C.S. (1948).

O ritmo a que se processou toda a expansão demográfica e consequente pressão sobre o espaço ainda disponível para construção, sobretudo nos na década de 1960-70, traduziu-se no apelo à construção massiça em detrimento da construção de equipamentos, deficientes infra-estruturas, degradação do património construído, paisagístico e ambiental. Em situações, onde a oferta de habitação não se adequa à procura, assiste-se à implantação de núcleos clandestinos ou bairros de barracas.
É nesta altura em que se inicia de facto a Historiografia de Miraflores.

A historiografia de Miraflores é uma historia ainda com imenso por contar, tenho na minha posse cartas militares de 1800 que têm já registo de varias habitações na área, e uma localidade o Bairro da Formiga (que será também alvo de um artigo brevemente), alem do referido bairro a zona do Gato preto (Alto de Algés) também já existia na altura como podem ver em varias habitações que ainda rodeiam o campo da U.D.R.ALGÉS
 Elaboramos o esqueleto do que virá a ser a historiografia da  nossa localidade, quero aproveitar para solicitar a todos os leitores a vossa colaboração na correcção de factos que estejam menos correctos e o vosso contributo para o enriquecimento do texto com novos factos, esta aqui em causa a historia recente da nossa localidade e se nada for feito muito do passado irá desaparecer sem deixar rasto.

O projecto inicia-se em 1965, sendo coordenado pelo Engº Eurico Ferreira Gonçalves com a responsabilidade das diferentes especialidades assim distribuídas:

Arquitetura: ...Prof. Arqtº Carlos Antero Ferreira
Urbanização: Arqtº António Sérgio
Arquitetura paisagistica: Arqtº Gonçalo Ribeiro Teles
Decoração: Arqtº Pimentel Lobo
Engenharia Civil: Engº José Augusto Fernandes
Engenharia de instalações: Eng. Camacho Simões


Os trabalhos de urbanização já em curso no ano de 1965 , foram confiados á firma Alves Ribeiro,Lda.
A área total do vale de Algés onde a urbanização foi construída é de 475.000m2 e previa-se a edificação de 850.000m2 para albergar 4.500 famílias das classes mais evoluídas , com um prazo previsto de duração da construção do empreendimento de 8 anos.Miraflores, realizaria na frase de Eça de Queiroz, o sonho de uma quinta com porta para o Chiado.

 
A construção da localidade iniciou-se em 1969. Na altura não havia nenhuma quinta Miraflores, mas sim um conjunto de pequenas quintas e algumas áreas de residência das pessoas que laboravam nas referidas quintas, essas localidades vêm referidas em cartas Militares pelo menos desde 1800 e ainda restam duas, a quinta da Formiga junto á entrada da CRIL para Miraflores e um ultimo reduto entre o campo do UDRA e a Av. dos Bombeiros Voluntários, zona mais conhecida pelo Gato Preto.

Miraflores começou por ser uma urbanização desenvolvida por Juan Mechó (um espanhol radicado em Portugal) no principio dos anos 60(??) Actualmente faz parte da Freguesia de Algés.
 O conceito da urbanização, baseado nos já então realizados em Espanha, nomeadamente nos bairros de Madrid, em que a urbanização era fechada sobre si, e tinha as suas infra-estruturas desportivas (no caso de Miraflores courts de ténis e piscina), bem como a novidade para a época de cada prédio ter garagem subterrânea. Os primeiros prédios ficaram prontos (o edifício Compave hoje os nºs 37 ao 43 da Av. das Tulipas os Edifícios Orquidias os três prédios junto á esquadra da PSP e o edifício da frente das Tulipas) e muitos apartamentos foram vendidos antes do 25 de Abril. No período conturbado que se seguiu, Miraflores foi considerado (no jargão da época) uma urbanização fascista, elitista, e outros termos afins. Juan Mechó chegou a ser detido no período do PREC, vários habitantes da localidade foram detidos pelo COPCON e foram levantados vários entraves ao licenciamento das obras, entre elas a não autorização da construção da garagem subterrânea no bloco de prédios da Rua Brito Pais.Durante o período do PREC, a Habitat, é intervencionada e como consequência as obras param. O Miraflores Club, torna-se refeitório dos trabalhadores das obras,e a empresa afunda-se irreversivelmente.  Estes acontecimentos levaram à paragem da construção dos restantes prédios, bem como à paragem dos trabalhos em outros, como foi o caso do edifico onde hoje está instalado o centro comercial Dolce Vita, que só foi terminado no final dos anos 90. Paralelamente, nos anos seguintes devido á descolonização selvagem varias partes da localidade foram ocupadas por emigrantes, sobretudo das ex-colónias, surgindo assim vários bairros da lata, o mais conhecido era chamado Pedreira dos Húngaros. A Pedreira dos Húngaros já existia antes da revolução era então ocupado por comunidades Ciganas aparentemente oriundas da Hungria, dai o nome do bairro, com a chegada dos emigrantes africanos em grande numero e depois de uma autentica mini guerra racial as comunidades ciganas mudaram se para a zona da Buraca deixando assim o bairro entregue aos emigrantes africanos. O senhor Joaquin Peña Mechó havia ,antes da revolução, comprado terrenos noutras zonas do concelho de Oeiras e inclusive contribuindo financeiramente para que a Câmara municipal se encarregasse da construção de bairros destinados ás famílias carenciadas, com o intuito de libertar os terrenos que lhe pertenciam, da construção clandestina. As áreas ocupadas pelos emigrantes foram a Pedreira dos Húngaros que ocupava a área acima da Quinta de Santo António (hoje em dia um parque urbano) até ao liceu de Linda a Velha, o bairro de Holywood que ocupava a área desde o actual quartel dos Bombeiros Voluntários de Algés até á área da actual rotunda do Mercado Municipal de Algés acompanhando a antiga estrada de circunvalação e o bairro (??) que ocupava a área junto ao campo de futebol da UDRA, na altura a Junta de Freguesia era a Freguesia com mais emigrantes africanos na Europa. Com a morte de Juan Mechó na segunda metade dos anos 80, a mulher (Mercedes) e a filha assumem a liderança do projecto, numa época em que a economia portuguesa entrou numa fase de crescimento, e novos investidores apostaram em finalizar a urbanização. Assim, desde os anos 90 até à data tem-se assistido a um renascimento e a um crescimento muitas vezes desmesurado e selvagem, ao que não é alheio o realojamento da população, e o consequente fim, da Pedreira dos Húngaros pela Câmara Municipal de Oeiras, libertando assim o terreno para a construção de mais fogos de habitação. Nesta altura os terrenos do antigo bairro Pedreira dos Húngaros a quinta de Santo António eram pertença do empresário Sousa Sintra.
Dada a qualidade das construções iniciais, e o facto de ser um bairro de população da média-alta classe média, muitas construções posteriores, se bem que não fazendo parte do projecto inicial, "colaram-se" ao nome Miraflores, alargando a área abrangida actualmente maior que a prevista e para além dos limites do Parque Residencial de Miraflores original.

. Após a morte de Peña Mechó, a sua mulher Pilar, em conjunto com todos os filhos Francisco, Joaquim (apenas filho de Peña Mechó) , Paloma, Mercedes, Mari, tomou conta dos destinos da Habitat, que se limitou nos anos seguintes a vender os terrenos ainda existentes de acordo com um novo plano traçado pela Câmara de Oeiras que veio alterar grandemente o projecto inicial, aumentando em muito a área residencial e Empresarial muitas vezes de forma exagerada.

Andre Moreira Do Canto um artista Miraflorense

Aqui publicamos um trabalho efectuado por Andre Moreira Do Canto e a nós gentilmente enviado. O André é um artista para alguns controverso para outros sombrio mas é seguramente uma das forças vivas da arte "Underground" no nosso pais á beira mar plantado, residente no Algarve, cresceu em Miraflores e continua a ser um Miraflorense de gema, iremos num futuro proximo publicar um artigo alargado da obra deste artista... o trabalho hoje publicado tem tudo a ver com Miraflores e tem o titulo de  "Lotonz" arte sinestésica





Historial da União Desportiva e Recreativa de Algés


Historial
Em 18 de Fevereiro de 1918 é fundada a Sociedade Recreativa Operária de Algés de Cima, que se dedica à acção cultural e cívica e onde se salienta a Banda “Trupe Jazz”, que alcança grande fama em Algés e arredores. Em 29 de Maio de 1942 é fundado o Sport Unidos de Algés. Em 4 de Junho de 1947 o Sport Unidos de Algés vê aprovado pela D.G.E. – F.D.S.E. a mudança de nome para Desportivo Unidos de Algés. Em 19 de Junho de 1955 é inaugurado o Campo de Futebol, em Algés de Cima, ao qual é dado o nome de “Dr. Simões Alves”.
A U.D.R.A. - União Desportiva e Recreativa de Algés nasce da fusão entre o Desportivo Unidos de Algés e a Sociedade de Instrução Recreativa de Algés de Cima, em 5 de Abril de 1958, conforme publicação no Diário do Governo n.º 24, III série, de 29 de Janeiro de 1959, sendo o primeiro filiado da A.F.L., desde 16 de Junho de 1955.
A U.D.R.A. - União Desportiva e Recreativa de Algés teve uma actividade cultural, que já vinha do tempo do Sociedade Recreativa Operária de Algés de Cima, com banda de música, representação cénica, fados, excursões, etc. E ainda várias actividades recreativas e de lazer, tais como: Luta Greco-romana – com títulos alcançados entre 1971 e 1982, no país e no estrangeiro, com destaque para um titulo alcançado em França no dia 22 de Março de 1981 e, ainda: Campismo, Pesca Desportiva, Caça Submarina, Natação e Polo Aquático, Ténis de Mesa e Futebol de Salão.
A U.D.R.A. - União Desportiva e Recreativa de Algés é detentor de uma Menção Honrosa da A.F.L. de 24 de Abril de 1989.
A U.D.R.A. - União Desportiva e Recreativa de Algés tem o Estatuto de Pessoa Colectiva de Utilidade Pública, conforme publicação no Diário da Republica, II série, n.º 125, de 31 de Maio de 1990.
A U.D.R.A. - União Desportiva e Recreativa de Algés tem participado sempre nas provas organizadas pela A.F.L. em todas as categorias e escalões (escolas, infantis, iniciados, juvenis, juniores, e seniores), movimentando sempre mais de duas centenas de jovens.
A U.D.R.A. - União Desportiva e Recreativa de Algés esteve um ano na 3ª Divisão Nacional, na Época de 1963/1964, para além de várias subidas de divisão, permanências na Divisão de Honra e 1ª Divisão Distrital, é ainda é detentora de alguns títulos a nível da A.F.L., nomeadamente os seguintes.


  • Campeão de Juniores da A.F.L. - 2ª Divisão, Época de 1957/1958;
  • Campeão de Seniores da A.F.L. - 3ª Divisão, Época de 1960/1961;
  • Campeão de Seniores da A.F.L. - 3ª Divisão, Época de 1962/1963;
  • Finalista vencido da Taça de Lisboa - A.F.L., em Seniores, Época de 1961/1962;
  • Vencedor da Taça de Lisboa - A.F.L., em Seniores, Época de 1963/1964;
  • Campeão de Seniores da A.F.L. - Taça C.M.L.-VI Dia Popular, Época de 1963/1964;
  • Campeão de Seniores da A.F.L. - 2ª Divisão, Época de 1965/1966;
  • Campeão de Seniores da A.F.L. - 2ª Divisão, Época de 1982/1983;
  • Campeão Distrital de Veteranos da A.F.L. - Época de 1978/1979. 




    A U.D.R.A. - União Desportiva e Recreativa de Algés nos últimos 3 anos teve as seguintes prestações:
  • ESCOLAS e INFANTIS - Participação nas Épocas de 2001/2002, 2002/2003 e 2003/2004 nos campeonatos Distritais com equipas em Futebol de 11 e Futebol de 7, com destaque para a Época de 2003/2004 onde se sagrou Vencedor da série da 2ª Fase-B, em Futebol de 11;
  • INICIADOS - Subida à 1ª Divisão Distrital na Época de 2001/2002 e permanência na 2ª Divisão Distrital nas Épocas de 2002/2003 e 2003/2004, tendo-se nesta última classificado em 4º Lugar, a dois lugares da subida à 1ª Divisão;
  • JUVENIS - Vice-Campeão Distrital da 2ª Divisão e Subida à 1ª Divisão Distrital na Época de 2001/2002 e permanência na 2ª Divisão Distrital nas Épocas de 2002/2003 e 2003/2004, tendo-se nesta última classificado em 5º Lugar, a três lugares da subida à 1ª Divisão;
  • JUNIORES - Vice-Campeão Distrital da 2ª Divisão e Subida à 1ª Divisão Distrital na Época de 2001/2002 e permanência na 2ª Divisão Distrital nas Épocas de 2002/2003 e 2003/2004, tendo-se nesta última classificado em 11º Lugar, garantindo a permanência na 1ª Divisão para a Época de 2004/2005;
  • SENIORES - Subida à 1ª Divisão Distrital na Época de 2002/2003, onde nessa Época de classifica em 4º Lugar, a dois da subida à Divisão de Honra e permanência na 1ª Divisão Distrital nas Épocas de 2003/2004, onde se classificou no 14º Lugar, garantindo a permanência na 1ª Divisão para a Época de 2004/2005;
A U.D.R.A. - União Desportiva e Recreativa de Algés nos últimos 3 anos tem vindo, em parceria com a Santa da Misericórdia de Oeiras e a Paróquia de Cristo Rei de Algés, no âmbito do Projecto “Mãos Dadas para a Vida”, a dar apoio a cerca de 25 indigentes, a nível de banhos diários e roupa lavada e ainda em almoço e lanche.
A U.D.R.A. - União Desportiva e Recreativa de Algés tem cerca de 1.500 associados inscritos, na sua maioria reformados e ou desempregados e movimenta actualmente cerca de 250 atletas por ano, nos escalões de Escolinhas, Infantis, Iniciados, Juvenis, Juniores, Seniores e Veteranos.
Algés, 31 de Maio de 2004.

Pela Direcção
O PRESIDENTE



Os veteranos da U.D.R.ALGÉS equipe que será alvo de artigo brevemente

Apoio ao U.D.R.A.

 
 
Proximo jogo do União Algés
 
SENIORES
U.D.R.ALGÉS <> VIALONGA
Sábado, dia 5 de Março, pelas 15H00
 
 
Este Sabado VEM APOIAR O ALGÉS !!!
Apoia o desporto local
 
 
 
Campo "Dr. Simões Alves", em Algés
5 Março 2011
 
 

INAUGURAÇÃO DO NOVO RELVADO DO CAMPO DA UDRA


Imagens relativas à inauguração oficial pelo Presidente da Autarquia de Oeiras, em 20.03.2010, do ginásio e do relvado sintético do campo de futebol da União Desportiva e Recreativa de Algés - UDRA.

Blogger do U.D.R.A. click AQUI