sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Memorias de outros tempos, uma Garraiada em Algés organizada pelo Real Clube Tauromauchico

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Fonte Alameda Fernão Lopes 3 meses depois, de novo, o principio de um Problema

Ao principio a Fonte era assim, Zen, positiva e límpida, exactamente como a queríamos de volta


Levantamos á uns tempos a questão da manutenção das fontes em Miraflores e três meses depois aqui estamos de novo noticiando que a situação se agravou e depois dos trabalhos de restauro efectuado na altura as fontes nunca mais foram ligadas e o problema esta de novo aí, a fonte na Alameda Fernão Lopes é de novo um principio de perigo para a saúde publica, as agua estagnadas da fonte, sem tratamento e sem filtragem tornaram se um ninho de mosquitos moscas e todo o tipo de insectos que vivem em águas estagnadas; talvez por a secção que trata da manutenção das fontes na Câmara Municipal pensar que nunca iria acontecer ter um verão até Outubro, decidiu manter as desligadas e sem tratamento, afinal de contas com frio não há proliferação de insectos e vamos manter isto até ao fim do Inverno... ou por qualquer outra razão, a verdade é que mais uma vez se vai ter de gastar uma pipa de massa a restaurar as tubagens e o sistema de filtragem enquanto que bastaria ter o sistema a funcionar como foi acordado com a Braga parques.
Quero aqui frisar que o cenário é puramente 3º mundista e mesmo ás portas da Residência do Presidente da Câmara e de uma das suas Pérolas o Arquipark, senão basta se o cenário de desleixo proporcionado por uma fonte putrefacta, á entrada do estacionamento da Braga parques por baixo da Fonte os Vigilantes têm vindo a manter uma mini horta com legumes vários que a pouco e pouco já perfaz metade do jardim anexo, um cenário puramente indigno para um dos Ícones da Localidade, a Alameda Fernão Lopes.
Mais uma vez tudo iremos fazer para alterar o rumo desta questão que me parece vai ser como mexer num ninho de escorpiões Camarários, a ver vamos ao que dá o nosso Email para diversas Entidades, aqui deixo o registo fotográfico do estado da Fonte para que todos vejam a gravidade da questão.
Deixo aqui a sugestão para os Srs especialistas camarários se não seria inteligente retirar a fonte e repor os jardins que aí antes existiam? Talvez fosse a forma de acabar com o perigo para a saúde publica e recolocar o espaço no caminho dos moradores. A fonte nunca deveria ter sido construída acartando a Câmara Municipal com a manutenção, não tem lógica e como se vê não funcionou e acarreta uns gastos imensos para a Edilidade.
Foram gastos 20 600,00 € na aquisição de serviços para reparação da sala de máquinas da fonte do Arquiparque em Miraflores, obra efectuada pela empresa URBADEC – DECORAÇÃO URBANA, LIMITADA. em contrato celebrado em 10 Setembro 2010, foi apenas dinheiro deitado a rua porque essas obras se alguém as fez não tiveram qualquer proveito visto que desde mais ou menos a data da referida obra  a fonte nunca mais funcionou, tendo sofrido varias obras de manutenção de urgência desde aí... coincidencias ou simples desvio de dinheiros públicos? gostaria imenso de ser esclarecido pela Câmara de Oeiras quanto a este facto,
É de facto bonito ver as fontes em pleno funcionamento, mas ... a que custo? Quantas fontes existem no concelho? não teria sido inteligente a Câmara ter poupado os milhões das sua construção e da sua constante necessidade de manutenção, e ter-se feito jardins por exemplo? No caso desta dita fonte na Alameda Fernão Lopes o jardim até já lá estava antes do Parque estacionamento subterrâneo... tristes tempos estes em que vimos o Sr Isaltino de Morais abandonar a Câmara de Oeiras depois de ter enterrado o Município até aos ditos em dividas á banca e a uma centena e tal destas empresas de prestação de serviços de origem duvidosa, com discursos que Oeiras há-de saber resolver as questões das dividas (não sei bem como uma vez que o cenário do país é de pré miséria) e bla bla e + bla bla, que Deus nos traga outro bem melhor que este, ou pelo menos bem mais honesto ISALTINOS NUNCA MAIS !!!!


as obras de manutenção de urgência á cerca de três meses, a fonte continuou a não funcionar... até hoje!


O estado actual da Fonte da Alameda Fernão Lopes, um charco de águas paradas

de notar no canto inferior esquerdo a mini horta dos vigilantes que a pouco e pouco vão cortando as plantas plantadas pela Câmara e substituindo por couves e afins, simplesmente de pasmar uma vez que o escritório da Administração do parque funciona nesse acesso

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Misterioso embrulho no Parque Urbano de Miraflores



Os bons observadores já devem ter reparado no aparecimento de um monstruoso embrulho f´álico em frente á Esquadra no Parque Urbano de Miraflores, tentamos apurar junto da Câmara e o silencio para variar é total, provavelmente será resultado de mais uma necociata Isaltinica, só esperemos que não seja uma estátua do nosso Presidente da Câmara para nos lembrar eternamente que fomos todos enganados e roubados durante anos (pouco ou nada me admirava depois do amor demonstrado ao longo de anos pelas estátuas, chagando ao cumulo de desviar os dinheiros públicos destinado ao centro saúde de Algés para o acabar o Parque dos Poetas em Oeiras)... a verdade é que nos deparamos á vários meses com este mamarracho gigantone embrulhado em plásticos plantado em plena via Publica sem que nada seja dito aos moradores, quase que dá vontade de um dia destes desembrulharmos o mistério discretamente a meio da noite :-).
Uma coisa é certa os mamarrachos proliferam em Miraflores, já tínhamos um esqueleto de Igreja em Betão, agora temos uma monumento fálico em plástico, é só coisas boas não é caros amigos??


Algés: Exposição «Arca de Noé» no Palácio Anjos já esta aberta





A exposição «Arca de Noé» foi inaugurada 13 de Outubro de 2011 no CAMB - Centro de Arte Manuel de Brito, no Palácio Anjos, em Algés, apresentando obras de Paula Rego, Júlio Pomar, Fátima Mendonça, Joana Vasconcelos e João Pedro Vale, entre outros.

A magia e o mistério do mundo animal são uma constante desde os primórdios da humanidade. As primeiras manifestações artísticas que conhecemos são as representações de animais desenhadas no interior das cavernas pelos homens pré-históricos.

Ao longo dos anos há representações animais nos interiores e fachadas de igrejas e catedrais, em tapeçarias, em pinturas e esculturas. Nenhum artista fica insensível ao voo de um pássaro, ao desenho e às cores das penas de um pavão, às asas de uma borboleta, à elegância de um cisne, ao corpo esbelto dos grandes felinos, à sagacidade de um macaco, à languidez dos gatos, ao olhar terno de um cão ou à elegância de um cavalo.

Quando apresentámos a exposição de Júlio Pomar dedicámos uma sala aos trabalhos que representavam animais e uma das telas intitulava-se precisamente Arca de Noé. Daí nasceu o projecto desta exposição alargado aos artistas representados na colecção Manuel de Brito. Trinta e dois artistas de Eduardo Viana a João Francisco, que está representado com um desenho chamado Arca de Noé.

Júlio Pomar sempre foi um visitante atento de Jardins Zoológicos onde desenhava os animais. De caracóis a animais de grande porte todos mereciam a sua atenção. Nas obras públicas que realizou a presença dos animais é uma constante assim como nas ilustrações de livros. Logo em 1949 ilustrou o livro Bichos, Bichinhos e Bicharocose em 1978 no livro Rose et Bleu de Jorge Luís Borges surgem os tigres. Alguns animais deram origem a séries como as Touradas, as Corridas de Cavalos, os Tigres, Os Corvos ou os Mascarados de Pirinópolis.

Júlio Resende, agora desaparecido, tem nesta área uma obra pública notável, a estação de metropolitano de Sete Rios, em Lisboa. A natureza animal aparece aqui em toda a sua pujança. Júlio Resende pintou directamente nos azulejos o que lhe confere uma espontaneidade única. Da estação os animais saíram também para os pilares do viaduto em frente do Jardim Zoológico.

Temos várias atitudes dos artistas perante os animais. Uns desenham-nos por puro prazer, outros são apresentados com comportamentos e emoções humanos com os mesmos sentimentos de amor e ódio, liberdade e repressão, vulnerabilidade e abuso de poder como Paula Rego ou Bartolomeu Cid dos Santos. Lourdes Castro espalma um Coelho, feito com pratas de chocolates, como se fosse uma múmia. Joana Vasconcelos envolve em rendas os animais em loiça de Rafael Bordalo Pinheiro, refere ainda.

Paula Rego, Perlimpimpim, 1985, acrílico sobre papel, 69 x 45 cm

Alex Flemming, António Areal, António Dacosta, António Quadros, António Seguí, Augusto Gomes, Bartolomeu Cid dos Santos, Carlos Carreiro, Corneille, David de Almeida, Diogo Evangelista, Eduardo Nery, Eduardo Viana, Fátima Mendonça, Fernando Direito, Graça Morais, Joana Salvador, Joana Vasconcelos, João Francisco, João Pedro Vale, José de Guimarães, José Manuel Espiga Pinto, Júlio Pomar, Júlio Resende, Lourdes Castro, Martinho Costa, Menez, Miguel Telles da Gama, Paula Rego, Pedro Gomes, Raul Perez, Rui Carvalho, Urbano e Vítor são os artistas que nos trazem desenhos, pinturas, esculturas e objectos com os mais variados materiais.



Comissária: Maria Arlete Alves da Silva

Terça a domingo. 10H0 às 18H0
Última sexta de cada mês. 10H0 às 24H0

Contactos
Palácio Anjos, Alameda Hermano Patrone, 1945-064 Algés
Tel. 21 4111400
Fax. 21 4111405
http://camb.cm-oeiras.pt – camb@cm-oeiras.pt

Condições de Acesso: Normal - 2€ pax; Grupos de 10 ou mais pessoas - 0,50€ pax; Familiar (três ou mais elementos) 1€ pax; Jovem (13 aos 25 anos) 1€ pax; Grupo de amigos de Museus, Funcionários de Museus e Instituições Culturais - 1€ pax;
Gratuitos – Crianças (até aos 12 anos, inclusive), Funcionários da CMO e SMAS, Jornalistas, Estudantes, Professores, Investigadores Credenciados, Profissionais de Turismo no exercício das suas funções, Sénior (com mais de 65 anos, inclusive), Visitas guiadas organizadas pelo Centro, Domingos e 29 de Novembro (aniversário CAMB).


Of the Monstrous
João Pedro Vale


Serigrafia de Júlio Pomar


Sapato Verde Azulejo
Julio Pomar

Autógrafo de Julio Pomar sobre postal "Tigre et Tortues", 1979


Joana Vasconcelos Blue Knight (Cavaleiro Azul), 2008
Júlio Resende Painél

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Perigo Para a Segurança das Crianças no Parque Urbano de Miraflores,



Venho desta forma denunciar o perigo evidente para todas as crianças que foi criado pela falta de manutenção das estruturas publicas localizadas no Parque Urbano de Miraflores, a Gazeta de Miraflores já enviou varios Emails para a C.M.Oeiras e mais uma vez ...nada em retorno, nem uma resposta acusando o recebimento, nada! Aparentemente este é um procedimento oficial da Edilidade uma vez que de dezenas de Emails quer para a o Municipio quer para a Policia Municipal denunciando situações como esta apenas UM me foi respondido, incrivel nao é?
Ora regressemos então ao assunto que motivou a criação deste artigo... no Parque Urbano de Miraflores existe um espaço de diversão para crianças, bem feito e equipado (se bem que sub dimensionado) onde de á um ano para cá a manutenção deixou simplesmente de existir. Nas paredes que cercam esse espaço para crianças foi colocada eluminação que dá ao espaço um aurea agradavel de noite mas que hoje em dia representa um grave perigo para crianças e adultos, ora vejam bem...

a parede do espaço em questão
Grafittis e equipamento urbano do Municipio degradado, um espelho do caos instalado na secção de espaços verdes da C.M.O
detalhe das calhas ao ar livre, são 3 neste estado


Acabei de enviar mais um Email hoje, e amanha vou ligar para a secção em questão caso nada seja feito na proxima semana deixo aqui a promessa de que me encarregarei pessoalmente de tapar as calhas de eluminação defenitivamente com cimento de modo a acabar com esta verdadeira armadilha para crianças

Locais a visitar mesmo à porta de casa - O Lagar de Azeite do Palácio do Marquês de Pombal



O interesse pelo Património Molinologico em Portugal é cada vez maior, congregando em si as preocupações ecológicas e a procura pela cultura tradicional que actualmente se assumem como tendências da nossa sociedade.

Desta forma, os moinhos, sejam eles de vento, de água, ou de maré, representam um ponto de encontro com a tradição, com a natureza e com a tecnologia

Em Oeiras, o Lagar do Azeite do Palácio do Palácio do Marquês de Pombal, datado possivelmente, da segunda metade do séc. XVIII, foi um peça fundamental na primeira Exposição Agrícola e Industrial de 1776 de Portugal, promovida pelo Marquês de Pombal.

Construído com tecnologia de ponta, e com os melhores matérias e técnicas acessíveis à época, incluindo madeiras exóticas de grande dimensão, durabilidade e resistência.

Constituído por uma atafona tradicional, duas prensas de varas em casa ampla, situa-se no extremo poente dos jardins, tendo a montante o alambique, cuja caldeira certamente serviria para destilar aguardente, com recurso ao combustível extraído dos materiais sobrantes da produção do azeite do Lagar.

Esta tipologia apresenta todavia vários elementos dissonantes, como a grade de madeira com quatro eixos de galgas, de pedra e um eixo vertical igualmente de madeira de onde parte a almanjarra, grande trave transversal para atrelagem do macho (normalmente um burro), e a trave traseira.

Tratava-se de uma unidade de produção integrada na quinta mas com capacidade industrial no contexto dos secs. XVII e XIX, com as duas prensas a evidenciar forte investimento e capacidade produtiva. Assim, o Lagar de Azeite do Palácio do Palácio do Marquês de Pombal, além da produção para consumo interno, poderia ainda trabalhar para o mercado regional, assegurando serviços aos lavradores da região.








Este projecto, da inciativa da Câmara Municipal de Oeiras com execução da Etnoideia, fez renascer em Oeiras uma atafona de quatro galgas, duas prensas de vara com 10 metros de comprimento que levantam pesos de 2 toneladas do mais duro Lioz à força de sarilhos que movem fusos de madeira com cerca de 3 metros de altura. Tudo isto para obter mais de 7 toneladas de pressão nas portas que extraem o azeite. O processo construtivo e funcional, assim como a forma, seguiu projectos do séc. XVIII e paralelos tecnológicos do séc. XIX. Além disso um conjunto de paineis gigantes ilustrados com recriações do funcionamento do lagar e textos explicativos enriquecem a visita.



Que venham mais destas para encher de novo a Quinta do Marquês com moinhos, lagares, noras e engenhos do mais moderno que havia no avançado Portugal setecentista.

A modernidade de hoje e a sociedade do conhecimento de que tanto se fala é também construída deste modo, e com prazer.



Venha Visitar-nos.


domingo, 14 de agosto de 2011

Agua mole em pedra dura tanto bate até que fura


Após termos enviados 3 Emails para o Município de Oeiras (todos sem resposta) e repetidos contactos por parte de vários residentes na Av das Tulipas e na Alameda Fernão Lopes em Miraflores na sequência da queda de varias árvores por falta de podagem na Primavera a C.M. Oeiras finalmente decidiu se por efectuar uma intervenção de urgência nas varias árvores das redondezas.

At´aqui tudo bem, o Município deu despacho a uma justa reclamação dos moradores e faz um intervenção, mas.... questiono-me porque é que não foi efectuada qualquer podagem para cima dos 3, 4 metros de altura do mesmo modo que foi efectuado junto a Torre 2 dos Edifícios Compave? a verdade é que a queda de três árvores devido ás fortes nortadas de Agosto foi devido ao facto de as árvores não terem aguentado o peso da folhagem e já que se fez deslocar homens e equipamentos para a localidade a intervenção deveria ter sido de fundo com uma grua de apoio para que a podagem atingisse as áreas mais elevadas, depois há a questão de se terem podado todas as árvores menos duas... PORQUE??? Puro esquecimento ou haverá alguma questão sublime camarária em relação a estas duas árvores especificamente? Ou será algo do género que os empregados da Câmara de Oeiras não fazem a podagem de Arbustos, só de árvores (verídico e dito por um dos empregados da Câmara em trabalho em Mirafloes) ... enfim mais um folhetim camarário no seu melhor, fica a podagem parcial que é bem melhor que nada :-)












deixo aqui uma nota em relação a uma questão que tem a ver com a atribuição dos dísticos de estacionamento em Miraflores, identificamos varias viaturas que estão estacionadas á meses no mesmo local, tem ate já inúmeras ervas a crescer por baixo e que estão a utilizar dísticos de estacionamento da parques Tejo de estacionamento para moradores, estas viaturas estão pura e simplesmente abandonadas na via publica e a complicar ainda mais o problema do estacionamento na localidade, aqui fica mais uma que nem se dignou a retirar o carro para a intervenção de podegaem da Câmara de Oeiras