quinta-feira, 1 de março de 2012

O Centro de Saúde de Algés vai finalmente arrancar em Setembro de 2012



O Centro de Saúde de Algés, em Oeiras, cuja construção foi adiada por chumbo do Tribunal de Contas, deverá arrancar em Setembro, após aprovação camarária da reprogramação financeira do projecto, que está já em concurso público, avança a agência Lusa.

Segundo o director do Departamento de Projectos Especiais, Pedro Carrilho, o projecto, cujo caderno de encargos foi chumbado em Dezembro de 2010 pelo Tribunal de Contas (coisa estranha porque se sabe que foi feita uma Assembleia extraordinaria no Município de Oeiras para aprovar o desvio de fundos do Centro de Saúde de Algés para a 3ª fase do Parque dos Poetas), foi sujeito a uma reprogramação financeira aprovada em reunião de câmara municipal.
"A empreitada foi já lançada a concurso público, que deverá ter uma duração de nove meses, portanto prevemos que a construção do Centro de Saúde de Algés possa arrancar já em Setembro", afirmou Pedro Carrilho à Lusa.
A obra, que deverá ter a duração de dois anos, implicará um investimento municipal de quatro milhões de euros.
O lançamento da obra foi anunciado no final de Maio de 2009, estando prevista a conclusão da unidade para dois anos depois. Contudo, o chumbo do Tribunal de Contas atrasou os trabalhos.
O equipamento vai servir 28.000 utentes, 2.000 deles sem médico de família, e precisará de sete novos médicos para colmatar a carência de clínicos naquela zona.

Quero lembrar aqui que a construção do Centro de Saúde de Algés é obra prometida desde os finais dos anos 70 do Séc passado e é coisas que fez correr muito sumo e que envolveu muitas movimentações de bastidores, para ser sincero só quando o vir de pé é que acredito, uma vez que a primeira pedra foi lançada com pompa e circunstancia pelo Sr Isaltino de Morais Dia 27 de Maio 2009 pelas 12h30 e já vamos em 2012 e de construção nada.
O Centro de Saúde de Algés está actualmente instalado num edifício de habitação colectiva localizado no nº 20 da Rua Damião de Góis em Algés, o qual desde início se revelou inapropriado para albergar um serviço com este tipo de exigências
O espaço é exíguo, caótico e desordenado, levando a que a Câmara Municipal de Oeiras em consonância com a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, se propusesse intervir com o intuito de criar de raiz um edifício capaz de albergar nas melhores condições possíveis as valências que a pratica médica actualmente exige.
O local escolhido para a construção do novo edifício, situa-se na Rua Dr. Manuel Arriaga em plena baixa de Algés. O lote em questão, de características iminentemente urbanas, insere-se numa malha consolidada e de elevada densidade, com edifícios de grandes volumetrias, que variam entre os 4 pisos (Rua Dr. Manuel Arriaga ) e os 13 pisos (Avenida dos Bombeiros Voluntários).

O novo edifício encostará à empena de um prédio já existente, desenvolvendo-se para o interior do lote. A intervenção proposta irá assim permitir a requalificação da travessa que liga este arruamento à Avenida dos Bombeiros Voluntários, bem como do interior de todo o quarteirão.

O edifício adopta uma linguagem moderna de linhas depuradas, desenvolvendo-se em 6 pisos acima do solo (2194 m2) e 3 em cave destinados a estacionamento (76 lugares – 3594 m2), num total de 5788 m2 de área bruta.
Em termos funcionais, a organização é estruturada por pisos, correspondendo a cada nível uma função distinta, assumindo-se assim uma separação de percursos, funcionalidades, atendimentos e usos.

Para a construção deste edifício, foi lançado um Concurso Público para a execução da empreitada ao abrigo do Código dos Contractos Públicos anexo ao Decreto-Lei 18/2008 de 29 de Janeiro, cujo anúncio foi publicado a 24 de Julho de 2009.
Foram recepcionados e admitidos 20 concorrentes, tendo na fase de análise das propostas sido excluídos 12 por não terem respondido na totalidade à lista de preços unitários patente em concurso.
Da análise das propostas apresentadas e mediante os critérios estabelecidos, foi adjudicada a empreitada ao concorrente classificado em 1º lugar, a empresa “MANUEL RODRIGUES GOUVEIA, S.A.” com uma proposta no valor de € 3.884.989,50 (IVA incluído).
Previa-se que o início da obra para dia 27 de Maio 2009 e teria a duração de 24 meses, quanto ao novo concurso, nada se sabe, está ainda no segredo dos deuses camarários (como sempre), mal haja noticias quanto a esta questão elas serão publicadas aqui.

Aqui deixo algumas noticias (recentes) do demorado e doloroso processo



Enfim vamos a ver se é desta!! O á muito prometido centro Saúde de Algés aparentemente vai para a frente em Setembro, a ver vamos, aqui vos deixo algumas imagens do projecto e a sua localização





SANTA CATARINA DE RIBAMAR Escola de canto no tempo de D. João V

Imagem: Convento de Santa Catarina-a-Velha, na Cruz Quebrada (já desaparecido). Painel de azulejos sobre a "Grande Vista de Lisboa", existente no Museu do Azulejo em Lisboa, executado entre 1700 e 1725.



"No reinado de D. João V, no de D. José ou mesmo no de D.Maria I, os vultos mais destacados da música (erudita ou sacra) portuguesa, frutificaram no seu trabalho "à sombra" das sés, das capelas ou das abadias existentes por esse país fora".
D. Giovanni Giorgio natural de Veneza, foi contratado por D. João V em 1729 para dirigir a escola de canto religioso no Convento de Santa Catarina de Ribamar.

"...É autor de vários livros de solfejo, tendo composto ainda numerosos trabalhos de música sacra.(...). Admite-se que a data da morte deste compositor se situe por volta de 1761. Deixou mais de três centenas de composições".
(Matos, Manuel Cadafaz de, A música em Portugal no tempo de D. José in Revista História, nº 53, Março de 1983, pp 71 e 73)






quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

O Projecto do Lisbon Medical Park

         Área: 33.325 m² acima do solo e 50.000 abaixo do solo

Um grupo irlandês vai investir 100 milhões de euros na construção de um hospital privado "de excelência" na Outorela, em Oeiras, a obra deveria estar concluída até 2010 mas ainda não foi iniciada a construção, esta com projecto aprovado e que poderá criar 1.250 postos de trabalho directos.

Segundo adiantou à Lusa fonte da autarquia, o futuro Hospital de Oeiras - Lisbon Medical Park - terá cerca de 80 camas, quatro salas para grandes intervenções cirúrgicas e quatro salas de serviço ambulatório, investigação clínica, diagnósticos e tratamentos especiais, clínicas, cirurgia e internamento, central de consultas e internamentos de idosos para vida assistida. A unidade integrará seis edifícios.

O empreendimento, cuja construção foi aprovada pelo executivo de Oeiras, vai incluir: 80 camas; quatro salas de operações para grandes intervenções; quatro salas de serviço ambulatório; investigação clínica; diagnósticos e tratamentos especiais; clínicas; cirurgia e internamento; central de consultas; e internamentos de idosos para vida assistida.
    Com a nova unidade hospitalar, o grupo Sheean Medical Corporation — responsável pela construção e gestão de hospitais na Irlanda e na Polónia —, pretende criar um espaço "para uma medicina de excelência", com "meios tecnológicos avançados", "competência médico-cirúrgica relevante" e clínicas dedicadas a mais de 15 especialidades, explicou a mesma fonte.

Entre os 1250 postos de trabalho directos previstos encontra-se "um significativo" número de investigadores, que se dedicarão sobretudo a desenvolver projectos associados à Fundação de Assistência e Pesquisa em Auto-Imunidade.

Para o presidente da autarquia, Isaltino Morais, esta é uma grande oportunidade para o município expandir as suas capacidades de atendimento ao público. "É uma obra de qualidade inegável, com especialidades que vão da oncologia à geriatria, entre muitas outras, e vai contribuir para a construção de um 'cluster' de saúde no concelho de Oeiras".

veja as imagens do projecto 







localização do complexo hospitalar do outro lado da autoestrada, como pode ver a a paisagem de betão irá continuar a crescer


Anos 20 O Bairro Soares em Algés

Imagem: Projecto do Bairro Soares em Algés (anúncio ao referido Bairro no Jornal Debate de 4 de Março de 1923).

"Anos 20 -O Bairro Soares formou-se à custa de terrenos que haviam pertencido ao lavrador Eduardo Augusto Pedroso e de outras parcelas de que era proprietário Manuel Matias e que ficaram adjacentes à "Vila Matias" e de um talhão pertencente ao parque Ribamar.

Para a compra do terreno do "Bairro Soares", cuja transacção importou em cerca de 100 contos, formou-se uma sociedade por quotas intitulada Bairro Soares Lda. da qual fizeram parte mais de uma dezena de moradores de Algés".
Alves, Maria Paula Picciochi A, Algés, metodologia para uma planificação arquitectónico-urbanística do núcleo urbano, Secretaria de Estado da Cultura, Lisboa, 1979, pp. 72 e 73

ALGÉS Zona ribeirinha renasce com Centro Náutico



Investimento de 2,7 milhões de euros, apto a dar resposta às necessidades de embarcações de recreio Dentro de ano e meio, previsivelmente, já deverá estar a funcionar o Centro Náutico de Algés. O concurso para a construção e concessão do projecto, lançado pela Administração do Porto de Lisboa (APL), foi ganho pelo consórcio constituído entre a MSF e a Sopromar – Estaleiro Naval de Lagos. O contrato de concessão foi assinado no início deste mês e prevê a exploração da futura infra-estrutura pelos privados durante 27 anos, ficando estes obrigados a pagar uma renda à APL. De acordo com Martinho Fortunato, administrador da Marina de Lagos e do grupo MSF, as obras devem começar dentro de dois a três meses, com o objectivo de que o CNA “comece a funcionar em pleno o mais breve possível”. O investimento orça em 2,7 milhões de euros, numas aposta que deverá trazer consigo a oportunidade de emprego para 35 a 40 pessoas. O consórcio criou, entretanto, a Cnalgés – Centro Náutico, S.A., que ficará responsável pela construção e exploração de um empreendimento que se pretende capaz de dar resposta a todas as necessidades das embarcações de recreio no estuário do Tejo e todas as que passam anualmente ao largo da nossa costa. Os serviços a criar incluem o estacionamento de embarcações a seco, carpintaria, serralharia, fibra, electrónica, ‘rigging’ (actividade de elevação ou suspensão de materiais e objectos), bem como uma loja náutica, havendo também a intenção de cativar equipas de competição de vela para a realização de estágios. Segundo destacou aos jornalistasMartinho Fortunato, o projecto do CNA será muito importante em termos de desenvolvimento económico. “É uma infra-estrutura que não existia em Lisboa, que é uma das principais regiões náuticas, e terá um impacto significativo na economia local e no próprio turismo da capital”, salientou o empresário. A propósito do mesmo assunto, em declarações ao “Jornal de Negócios”, aquele responsável adiantou mais algumas considerações sobre este sector. “Há muito a fazer neste sector. O mercado de reparação naval em Portugal e, mais especificamente, na região de Lisboa, precisava de uma nova aposta.Há um número de embarcações bastante elevado, e que ninguémconsegue estimar, que passam ao largo da nossa costa e não parampor duas razões: ou porque não têm uma assistência técnica que lhes dê garantias de obter um trabalho de excelência, ou porque não há marinas com qualidade suficiente”. O Centro Náutico de Algés ficarásituado no enfiamento da Torre VTS(coordenação e controlo marítimo)com a praia de Algés. Na vizinhança terá a companhia ilustre da futura Marina de Pedrouços, que está a ser construída a partir das antigasinstalações da Docapesca, visando albergar “grandes eventos náuticos”, a começar por uma etapa europeia da prestigiada VolvoOcean Race, marcada para o Verão do próximo ano.

(in jornal da Região)

A Inauguração da Praça de Touros de Algés

Praça de Touros de Algés (1895 - 1974)

Caricatura de Rafael Bordalo Pinheiro in António Maria, nº 422, 30 de Maio de 1895, p64 



“ Vae construir-se muito brevemente em Algés ao norte da estrada real uma nova praça de touros.
Consta-nos que será um vasto e bem construido circo. O seu custo está orçado em cinquenta contos de rèis.
A praça fica n’ un sitio magnifico de onde se disfructa um lindo panorama de terra e mar - muito accessivel e para onde ha transportes faceis, commodos e baratos. Por tudo isto será ella ‘preferida à do Campo Pequeno para onde os transportes são difficeis e caros. “(1)

Em 5 de Outubro de 1893 era assim noticiada na imprensa regional ,a construção da Praça de Touros de Algés. Construída por um grupo de socios do Real Clube Tauromáquico é inaugurada a 23 de Maio de 1895 com capacidade para 7 500 espectadores.

Às vésperas da inauguração a Gazeta de Oeiras dava nota do seguinte comentário :

“ Trabalha-se activamente nas obras d’esta praça afim de se poder dar a 1ª corrida no dia 23 d’este mez.
O circo está elegantissimo. O seu risco é do distinto conductor o nosso illustre amigo o sr. Alfredo Bettencourt de Mello. É feito de cantaria e ferro tem 100 metros de raio e uma só ordem de camarotes. Circunda-o uma avenida de 20 metros de largura.
Na sua construção foram introduzidos todos os modernos aperfeiçoamentos.
O esplendido local onde está edificado, a facilidade de communicações para lá e os atractivos do mar e da campina são de certo mais que muitos para atornarem a primeira praça de touros do paiz “(2)
Após vários anos de abandono e degradação foi em 1974 demolida. O que resta do esplendor e ruina somente as fontes históricas nos deixam vislumbrar em pormenor.



(1) A Gazeta de Oeiras, nº28 , de 5 Novembro de 1893
(2) A Gazeta de Oeiras , nº 107 de 12 de Maio de 1895


“ Vae construir-se muito brevemente em Algés ao norte da estrada real uma nova praça de touros.
Consta-nos que será um vasto e bem construido circo. O seu custo está orçado em cinquenta contos de rèis.
A praça fica n’ un sitio magnifico de onde se disfructa um lindo panorama de terra e mar - muito accessivel e para onde ha transportes faceis, commodos e baratos. Por tudo isto será ella ‘preferida à do Campo Pequeno para onde os transportes são difficeis e caros. “(1)

Em 5 de Outubro de 1893 era assim noticiada na imprensa regional ,a construção da Praça de Touros de Algés. Construída por um grupo de socios do Real Clube Tauromáquico é inaugurada a 23 de Maio de 1895 com capacidade para 7 500 espectadores.

Às vésperas da inauguração a Gazeta de Oeiras dava nota do seguinte comentário :

“ Trabalha-se activamente nas obras d’esta praça afim de se poder dar a 1ª corrida no dia 23 d’este mez.
O circo está elegantissimo. O seu risco é do distinto conductor o nosso illustre amigo o sr. Alfredo Bettencourt de Mello. É feito de cantaria e ferro tem 100 metros de raio e uma só ordem de camarotes. Circunda-o uma avenida de 20 metros de largura.
Na sua construção foram introduzidos todos os modernos aperfeiçoamentos.
O esplendido local onde está edificado, a facilidade de communicações para lá e os atractivos do mar e da campina são de certo mais que muitos para atornarem a primeira praça de touros do paiz “(2)
Após vários anos de abandono e degradação foi em 1974 demolida. O que resta do esplendor e ruina somente as fontes históricas nos deixam vislumbrar em pormenor.



(1) A Gazeta de Oeiras, nº28 , de 5 Novembro de 1893
(2) A Gazeta de Oeiras , nº 107 de 12 de Maio de 1895

Caricatura de Rafael Bordalo Pinheiro in António Maria, nº 422, 30 de Maio de 1895, p64

A Freguesia de Algés no Sec. XVIII


Painel de azulejos sobre a Grande Vista de Lisboa, existente no Museu do Azulejo de Lisboa, realizado entre 1700 e 1725. Na enorme panorâmica com cerca de 115 x 2247 cm, aparece um trecho marginal do Tejo entre a foz do Jamor e os morros de Ribamar, que corresponde à zona entre a Cruz Quebrada, Dafundo e Algés. Vê se claramente no lado direito do painel a ponte sobre a ria e o Forte da Conceição.
Facto curioso e importante para a localidade de Miraflores é que seguindo o traçado da Ria de Algés em direcção á zona que hoje é Miraflores se ve claramente que algo existe, aparentemente são até construções de algum porte em ambas as margens (a investigar)
Imagem: Convento de S. José de Ribamar e Ponte de Algés.
Referência bibliográfica: Lisbonne avant le Tremblement de terre. Le panneau (1700-1725) du musée de l' Azulejo, Inst. Português de Museus, Câmara Municipal de Lisboa,Ed. Chandeigne, 2004



Algés em 1763. Reprodução parcial da vista panorâmica da margem norte do Tejo
in Boletim Cultural e Estatístico , Câmara Municipal de Lisboa, Julho/Setembro, 1937.
"À esquerda, o forte, depois o Convento de S. José de Ribamar (nº 9), a casa do Conde de Vimioso (nº 10), o Cruzeiro e o Forte da Conceição (nº 11). Em segundo plano as casas da Quinta da Piedade".



Não existem informações rigorosas quanto ao início da construção da Capela da Nossa Senhora do Cabo. Pensa-se que a actual Capela vem na continuidade de uma Ermida construída por meados do século XVIII em Algés de Cima, sob a evocação de Nossa Senhora do Cabo. Na época, o culto de N.ª Senhora do Cabo tinha grande difusão em toda a área da freguesia de Algés e as restantes em redor. No século XIX a Capela passou a ser pertença da Família Pedroso, integrando as propriedades onde a mesma se insere, tendo a Sr.ª D. Joana Pedroso Simões falecido em 1962, doado a Capela à Junta de Freguesia, através de testamento. A Capela é pequena, de uma só nave, com coro, sendo a sua fachada muito simples, de traço rústico tradicional. Actualmente é celebrada a missa no primeiro Sábado de cada mês, pelas 17 horas e diariamente é rezado o terço pelas 18h15. Possibilita ainda, a realização de casamentos, baptizados e funerais


O Palácio Ribamar - a Jóia de Algés - é um edifício emblemático, onde na sua génese a arte e a cultura foram o primado, sendo um dos pontos de referência da Freguesia de Algés. A sua construção em 1728, foi obra do 8º Conde de Vimioso e do 2º Marquês de Valença, para residência familiar e centro de uma pequena corte, onde imperava a arte e a cultura, tendo acolhido alguns convidados de destaque e inclusivamente os membros do Conselho de Ministros.