retirado de um artigo do blogue http://jornaldaregiao.blogspot.pt/
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Igreja de Miraflores, finalização do projecto poderá estar para breve
Oeiras lança Orçamento Participativo
O Município de Oeiras lança, no próximo dia 16 de Maio, o primeiro processo de Orçamento Participativo.
Todos os cidadãos com mais de 18 anos podem apresentar as suas propostas a título individual, que contribuam para um desenvolvimento mais sustentável do Concelho, através da internet, na página http://op2012.cm-oeiras.pt ou presencialmente nas cinco Assembleias Participativas que irão realizar-se durante o mês de Junho, das 21h00 às 23h00, nos seguintes locais do concelho:
Dia 12 de Junho - Escola Básica do 1º Ciclo de Algés; dia 14 de Junho – Centro Paroquial e Social de S. Miguel de Queijas; dia 18 de Junho – Escola Básica do 1º Ciclo de Porto Salvo; dia 20 de Junho – Espaço Jovem de Carnaxide; dia 22 de Junho - Edifício Atrium – Oeiras / Paço de Arcos.
Nestas Assembleias, os cidadãos poderão discutir conjuntamente os problemas do Concelho e as propostas que propõem para a sua resolução, construindo um primeiro consenso sobre os projetos que consideram mais interessantes.
Após uma avaliação da viabilidade técnica das propostas mais consensuais, far-se-á, em Outubro, uma votação online para atribuir uma prioridade de implementação a cada uma das propostas, que poderão vir a ser consideradas pelo Executivo Municipal, aquando da elaboração das Grandes Opções do Plano e Orçamento para o ano de 2013.
Todo o processo está consagrado na Carta de Princípios aprovada em reunião de Câmara de 9 de Maio, disponível no site do Orçamento Participativo em http://op2012.cm-oeiras.pt
Feira Náutica do Tejo na praia de Algés a partir de 31 Maio
Localizada num espaço privilegiado como o Centro Náutico de Algés a Feira Náutica do Tejo dará oportunidade às Empresas de participarem na última Exposição Náutica antes do Verão, que terá a mais-valia de coincidir com a etapa da Volvo Ocean Race, em Lisboa.
Esta Exposição, de entrada gratuita para o público, irá reunir todas as condições que permitam aos visitantes, um contacto imediato com as marcas expostas, de uma forma direta e acessível.
Os objetivos da Feira Náutica do Tejo assentam essencialmente em reunir um conjunto variado de empresas do setor náutico num espaço único, junto ao rio, na semana em que mais uma etapa da Volvo Ocean Race visita a capital do nosso País. Outro dos principais objetivos é dar oportunidade às pequenas e médias empresas ligadas à náutica de promoverem os seus produtos e serviços, com condições vantajosas, tais como:
• Localização privilegiada – Centro Náutico de Algés
(a poucos metros da base nacional da Volvo Ocean Race 2012)
• Preços de participação com ótima relação qualidade/ preço
• Utilização gratuita do Travel Lift e rampa
• Entrada gratuita para visitantes
• Conceito Familiar / Zona Kids
• Ações Paralelas de animação
• Última exposição náutica antes do verão
• Forte plano de comunicação
Feira Náutica do Tejo
info@feiranauticadotejo.com
facebook.com/feiranauticadotejo
www.feiranauticadotejo.com
quinta-feira, 10 de maio de 2012
O Retábulo do Convento de São José de Ribamar
Com uma História a caminho do meio milénio, o Convento actualmente transformado no Palácio Foz, faz parte integrante das raízes de Algés. Da sua história consta que D. Francisco de Gusmão, Cavaleiro da Casa da Infanta D. Maria, donatário de vastos terrenos na orla do Reguengo de Algés, doou esses terrenos aos frades arrábicos, em 1559, para a fundação de um Convento evocando S. José.
Mais tarde, o Cardeal D. Henrique ainda Infante, construiu nesse local três casas com uma Capela, e em 1595, o Provincial - Frei António da Anunciação, pela terceira vez erigiu o Convento, com uma albergaria de excelência para a época. Em 1834, dá-se o confisco dos bens das Ordens Religiosas, em proveito da Fazenda Pública e assim o Convento e as suas terras foram vendidas a João Marques da Costa Soares, um Capitalista, que em 1850 vendeu toda a propriedade a Andrade Neri, o qual mandou restaurar a encantadora Casa dos Arrábidos, assim como a bela Igreja. Em 1872, o Conde de Cabral comprou tudo e fez a muralha e a bela construção dos arcos que fica sobranceira à entrada. A Pousada foi transformada no palacete de airosas linhas, arcarias e colunas que permanecem até aos dias de hoje.
Hoje é propriedade privada fruto de um projecto de suposta reabilitação Urbana que mais uma vez coloca nas mãos de privados um edifício histórico único na Freguesia.
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| Fotografia do arquivo da CMOeiras |
O Convento de Convento de São José de Ribamar é um pedaço enorme da história da Freguesia de Algés, marca a passagem de uma realidade rural e simples para uma nova era de modernismo e importância pela mão dos humildes frades arrábicos e do especial gosto de El Rei Dom João V por esta ordem. El Rei teria especial agrado pela simplicidade do seu convento e capela que visitava todos os dias pela manhã para assistir ao "coro das matinas", quando, em tempos de primavera e verão se hospedava no Palácio dos Duques de Cadaval em Pedrouços (hoje o Instituto de Altos estudos Militares).
Ninguém melhor que o ilustre mestre Mário de Sampayo Ribeiro na sua genial obra "Da Velha Algés" 1938 para vos relatar estes factos (e outros tantos) que ilustram com palavras de enorme detalhe e paixão o grande contributo deste convento para a historia de Algés. Começamos então por transcrever as visitas de El Rei Dom João V ao Convento de São José de Ribamar :
Nas paginas 13 a 15 da mesma obra encontramos um relato impressionante em detalhe da historia geral do Convento, que apesar de ser de certo modo extensa vale de facto a pena ler
Penso estar devidamente documentada pela pena do ilustre Mário de Sampayo Ribeiro a história do Convento e dos seus frades arrábicos e vamos assim regressar ao assunto que é tema deste artigo o retábulo do Convento de São José de Ribamar.
O retábulo estava colocado na Capela (que segundo se conta foi cenário de vários milagres) e foi deslocado para o Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), As duas pinturas "os Sete Mártires de Marrocos" e "O Milagre da Porciúncula são hoje duas peças de especial importância no espólio deste museu e podem ser vistas nas suas salas.
Os Sete Mártires de Marrocos
Autor - André Reinoso (act. 1610-1641)
Datação - 1635 d.C. - 1640 d.C.
Pintura a óleo, altura: 37; largura: 107;
A pintura evoca o martírio de sete pregadores franciscanos em Marrocos em 1227, ordenado pelo Miramolim de Ceuta, segundo a "Crónica da Ordem dos Frades Menores (1209 - 1285). A sentença de degolação é executada por quatro algozes mouros. A pintura, num friso de paisagem baixa e céu luminoso, evoca as três fases do martírio. Os dois santos do meio rezam enquanto esperam a sua sorte, os seguintes são representados em pleno martírio e os restantes, nas extremidades, repousam já tombados. Reinoso define as sombras de forma marcada, contrastando a pureza dos brancos e a vibrante luminosidade dos vermelhos e amarelos, com a surda pardacência dos trajes franciscanos.
Autor - André Reinoso (act. 1610-1641)
Datação - 1635 d.C. - 1640 d.C.
Pintura a óleo sobre madeira - altura: 172; largura: 98;
Datação - 1635 d.C. - 1640 d.C.
Pintura a óleo sobre madeira - altura: 172; largura: 98;
Obras de remodelação de redes domésticas e pluviais do sistema de esgotos de Algés em fase de execução
Estão em curso as obras de remodelação de redes domésticas e pluviais do sistema de esgotos de Algés e a Gazeta foi dar uma espreitadela ao local, de facto a obra é de monta e a ver vamos se será desta que as cheias na parte baixa de Algés vão acabar, se assim for esta obra é de facto importante e de relevo apesar de se passar abaixo do nível do solo. De momento as obras cortam o transito nas ruas Dr. Manuel de Arriaga (rua dos CTT) e rua Dr. António Granjo (junto á farmácia Miraflores) mas aparentemente haverá mais ruas com o transito cortado em Algés uma vez que esta obra será para renovar toda a parte baixa junto ao caneiro da Ria de Algés. Facto estranho é nem a Junta de Freguesia de Algés, a C.M.Oeiras nem o SMAS terem noticiado esta obra e corte de transito. Deixo-vos então com o registo desta obra que mexe com tudo, electricidade, telecomunicações, esgotos, águas e gás.
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| Local das obras |
| de notar o estado das antigas manilhas de esgoto á beira da ruína |
Local:
Algés, 1495 Oeiras, Portugal
quarta-feira, 9 de maio de 2012
As esplanadas de Algés nos anos de 1930/40
Algés nos anos 40 e até ao começo da destruição dos pavilhões na grande esplanada sobre a Marginal, era o local aonde de dia e à noite, especialmente de Verão, se deslocavam os lisboetas para fruir o seu verdadeiro passeio público, que nada tem a ver com o actual passeio marítimo dos festivais de música rock. Milhares de pessoas se distraiam à noite em Algés, nos citados pavilhões, o Cristal, o Verde, mais tarde o Catavento, o Caravela (o único que subsiste, mas totalmente transformado), o Ribamar (hoje uma coisa híbrida chamada Jardim do Marquês). E esses pavilhões tinham espectáculos nocturnos de variedades ao ar livre (ainda me recordo, era miúdo, dos espectáculos do pavilhão Verde, aonde está hoje o Restaurante e Café Caravela).
Os pavilhões e os inúmeros cafés espalhados por Algés estavam abertos até à meia-noite, por vezes até às duas da manhã. A Tá-Mar, a Elite, a Nortenha (antiga), tantos outros. Hoje, não existe em Algés um único café aberto à noite.
Se há coisa que Algés fosse era um lugar alegre, com gente permanentemente a transitar. Nos dias que correm, a partir das 10 da noite quase não se vê vivalma nas ruas.
extraído de um texto de http://domedioorienteeafins.blogspot.pt/
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| fotografia aérea de Algés em 1939 podem ver-se claramente em frente ao Palácio Anjos as três esplanadas ali existentes e a passagem aérea para a praia de Algés |
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| movimento ao fim de semana em 1940 |
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| à espera da camioneta em 1935 |
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| 1940 Na Alameda de Algés |
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| 1945 |
terça-feira, 8 de maio de 2012
A estrutura e ruptura da cultura por Ruin´art
Partilho hoje convosco um artigo da autoria do blogue Ruin´art que não se refere a Algés em particular mas á cultura em geral. Penso que é um artigo de relevo para todos os que gostam e se dedicam ás coisas da historia e da cultura, aconselho e recomendo a visualização deste blogue cujo trabalho muito admiro, tem um registo fotográfico fantástico e os textos não ficam atrás.
A estrutura e ruptura da cultura por Ruin´art

A estrutura e ruptura da cultura por Ruin´art

A Cultura é em si, um termo demasiado vasto para ser entendido como um simples conceito, e pode ser sucintamente definido como a acumulação de conhecimento e experiências... mas não é apenas isso, é muito mais.


Podemos falar sobre cultura pessoal, cultura geral, cultura popular, cultura de um País... mas afinal o que é cultura e que falta nos faz?? Podemos viver sem ela?? Sem dúvida, mas leva-nos todos os dias à ruína...


A sua etimologia transporta-nos à Roma antiga, onde esta ilustre palavra "colere" significava literalmente cultivar, no sentido fazer de crescer, levando-me a concluir que a Cultura é uma coisa que nos torna maiores como seres humanos, pois faz-nos crescer.


É precisamente este conceito que pretendo aqui abordar, tornamo-nos melhores sempre que crescemos espiritualmente e intelectualmente, pois "os Homens não se medem aos palmos", e não é só em altura que se pode crescer.


É como que se nos valorizássemos cada vez que adquirimos conhecimentos, ficamos muito mais ricos do que se nos saísse um "totomilhões", porque esse tipo de riqueza é efémera e não a levamos quando partimos para outro plano...


A Cultura dá-nos sensibilidade para apreciar a vida de uma forma muito mais requintada, pois um boi a olhar para um palácio é sempre uma cena lamentável... e quantas vezes fazemos nós esse papel?


A Cultura não é apenas uma palavra cara que nos extrapola para um mundo de erudição, onde Professores e Doutores trocam diplomas em cenários solenes com cerimónias encantadas e elaboradas.


A Cultura está ao alcance de todos nós e é movida pela curiosidade. Como é evidente não basta ser curioso, temos de satisfazer também a curiosidade e procurar respostas a todas as questões que nos surjam, só assim poderemos compreender a própria vida.


Compreender é perceber mais do que o óbvio, é ver mais além e conseguir conjugar os conhecimentos com a realidade para chegar a uma solução... há sempre novas soluções e só as podemos equacionar se tivermos conhecimentos... isto sim, é Cultura!


Num momento de profunda crise financeira que todos nós atravessamos, podemos perguntar até para que nos serve a Cultura, se com ela não satisfazemos os nossos apetites primários, mas se a soubéssemos aplicar poderiam ser evitadas muitas crises e sair delas com estilo... pois o passado deu-nos valiosas lições.


Tudo aquilo que estamos neste momento a passar como nação, não é nada comparado com muitos outros episódios que nos maltrataram e muitas mazelas deixaram, tais como várias epidemias, invasões e guerras civis, perda de soberania e de privilégios, autênticas derrotas financeiras, bélicas, sociais e morais...


Felizmente este povo de "alma lusitana" nunca sucumbiu e sempre conseguiu ultrapassar todas as dificuldades, e ainda hoje resiste a uma furiosa intempérie que o castiga diariamente...


Será isso uma forma de Cultura? A nossa remediada Cultura é uma Cultura do "desenrasca", é a verdadeira "Coltura" que todos os dias nos conduz a uma eminente ruína.


É essa "Coltura" a verdadeira culpada de toda a nossa crise social, pois se valorizássemos os nossos conhecimentos e património, muitas aberrações teriam sido evitadas e teriam sido estabelecidas prioridades.


Exemplos infelizmente não nos faltam, desde supérfluas auto-estradas, catedrais de futebol, shoppings e mega stores às moscas, centros "colturais" e "impresariais" que não cumprem nem sequer com os motivos que lhes deram vida... se todos estes investimentos tivessem sido direccionados para a Cultura, algo poderia ter mudado no nosso País.


Confunde-se muitas vezes Cultura com espectáculo e entretenimento, tal como também confundimos Cultura e arte. Embora possamos dizer que uma expressão artística é uma forma de Cultura, a meu ver não é bem assim...


A Cultura não é um objecto sem vida numa galeria, Cultura seria conhecer esse objecto antes de o ver, ou tentar saber mais sobre ele depois de o conhecer ao vivo e a cores.


A Cultura não tem forçosamente que ser história, filosofia, música clássica ou outro assunto tido como erudito. Qualquer informação ou aprendizagem que nos faça crescer é sem dúvida Cultura, poder-se-ia dizer também que a Cultura é a anti-futilidade, pois esta faz-nos estagnar.

Cultura é tudo aquilo que fica do que se aprende, e leva-nos a ser permeáveis à arte dilatando a nossa sensibilidade. Uma pessoa mais sensível é por conseguinte uma pessoa mais civilizada, ponderada e evoluída, tornando-se mais bonita e interessante em todos os sentidos.

Há quem diga que a Cultura não é mensurável no ponto de vista financeiro, pois a Cultura não tem taxas de juro, spreads, cotação na bolsa e outros importantes factores económicos... nunca estiveram tão enganados!!!
O que seria de países como França, que absorve mais de 50% do turismo mundial, de Itália, Inglaterra, Holanda, Índia, Japão... se não mantivessem, investissem e incentivassem a Cultura?? Certamente que não se afirmariam com a mesma força nem teriam o protagonismo que têm.

Todos os países civilizados apostam na Cultura, ciência e artes, pois sabem que a sua própria evolução dela depende... despromover a Cultura é condenar um País a um limbo social, suprimindo a sua identidade.

A Cultura não é instrução... é tudo o que sobra da mesma !! Nem sempre ter um "canudo" é apanágio de se ser culto.

As escolas e universidades são apenas veículos que temos ao nosso alcance para nos instruirmos, é a vida e o sumo que dela tiramos que nos dá Cultura, dá-nos também atitude, responsabilidade, dinâmica e empreendedorismo, inteligência e nível de vida, espelhando-se e espalhando-se em todo o ambiente.

As ruínas que tanto nos incomodam, são testemunhas de falta de Cultura, de sensibilidade, inteligência, empreendedorismo, visão e respeito por todos nós!!!
É indesculpável o estado a que chegou boa parte do nosso património histórico, e a falta de interesse por ele demonstrado ao longo de muitas gerações.

Não é só o valor artístico e histórico que estão em causa, é essencialmente a nossa Cultura que definha sem que alguém sequer note a falta que ela nos faz...

A Cultura abre-nos portas para o mundo e janelas para a vida... e se nos cultivássemos mais?


Cultura é tudo aquilo que fica do que se aprende, e leva-nos a ser permeáveis à arte dilatando a nossa sensibilidade. Uma pessoa mais sensível é por conseguinte uma pessoa mais civilizada, ponderada e evoluída, tornando-se mais bonita e interessante em todos os sentidos.

Há quem diga que a Cultura não é mensurável no ponto de vista financeiro, pois a Cultura não tem taxas de juro, spreads, cotação na bolsa e outros importantes factores económicos... nunca estiveram tão enganados!!!
O que seria de países como França, que absorve mais de 50% do turismo mundial, de Itália, Inglaterra, Holanda, Índia, Japão... se não mantivessem, investissem e incentivassem a Cultura?? Certamente que não se afirmariam com a mesma força nem teriam o protagonismo que têm.

Todos os países civilizados apostam na Cultura, ciência e artes, pois sabem que a sua própria evolução dela depende... despromover a Cultura é condenar um País a um limbo social, suprimindo a sua identidade.

A Cultura não é instrução... é tudo o que sobra da mesma !! Nem sempre ter um "canudo" é apanágio de se ser culto.

As escolas e universidades são apenas veículos que temos ao nosso alcance para nos instruirmos, é a vida e o sumo que dela tiramos que nos dá Cultura, dá-nos também atitude, responsabilidade, dinâmica e empreendedorismo, inteligência e nível de vida, espelhando-se e espalhando-se em todo o ambiente.

As ruínas que tanto nos incomodam, são testemunhas de falta de Cultura, de sensibilidade, inteligência, empreendedorismo, visão e respeito por todos nós!!!
É indesculpável o estado a que chegou boa parte do nosso património histórico, e a falta de interesse por ele demonstrado ao longo de muitas gerações.

Não é só o valor artístico e histórico que estão em causa, é essencialmente a nossa Cultura que definha sem que alguém sequer note a falta que ela nos faz...

A Cultura abre-nos portas para o mundo e janelas para a vida... e se nos cultivássemos mais?

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